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Este militante anti-cinzentista adverte que o blogue poderá conter textos ou imagens socialmente chocantes, pelo que a sua execução incomodará algumas mentalidades mais conservadoras ou sensíveis, não pretendendo pactuar com o padronizado, correndo o risco de se tornar de difícil assimilação e aceitação para alguns leitores! Se isso ocorrer, então estará a alcançar os seus objectivos, agitando consciências acomodadas, automatizadas, adormecidas... ou anestesiadas por fórmulas e conceitos preconcebidos. Embora parte dos seus artigos possam "condimenta-se" com alguma "gíria", não confundirá "liberdade com libertinagem de expressão" no principio de que "a nossa liberdade termina onde começa a dos outros".(K.Marx). Apresentará o conteúdo dos seus posts de modo satírico, irónico, sarcástico e por vezes corrosivo, ou profundo e reflexivo, pausadamente, daí o insistente uso de reticências, para que no termo das suas análises, os ciberleitores olhem o mundo de uma maneira um pouco diferente... e tendam a "deixá-lo um bocadinho melhor do que o encontraram" (B.Powell).Na coluna à esquerda, o ciberleitor encontrará uma lista de blogues a consultar, abrangendo distintas correntes político-partidárias ou sociais, o que não significará a conotação ou a "rotulagem" do Cidadão com alguma delas... mas somente o enriquecimento com a sua abertura e análise às diferenciadas ideias e opiniões, porquanto os mesmos abordam temas pertinentes, actuais e válidos para todos nós, dando especial atenção aos "nossos" blogues autóctones. Uma acutilância daqui, uma ironia dali e uma dica do além... Ligue o som e passe por bons e espirituosos momentos...

domingo, 11 de agosto de 2013

A CAMPANHA VI

A CAMPANHA VI

Desta feita, no dia 10 de Agosto os Aquinautas rumaram à aldeia deserta de São Facundo...
...de onde trouxeram mais uns quadradinhos propícios a subversões...
Ou os habitantes partiram de férias ou...
...cala-te boca!

sábado, 10 de agosto de 2013

A CAMPANHA V


A CAMPANHA V

E assim, na Bemposta prosseguiu...
...a estória aos quadradinhos subversivos...
...da pré-campanha institucionalizada...


quinta-feira, 8 de agosto de 2013

A CAMPANHA IV

A CAMPANHA IV

E... como seria suposto acontecer...
...para a prossecução desta estória aos quadradinhos subversivos...
... a campanha dos instalados propiciou mais alguns motes...

...na aldeia das casas baixas.

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

A CAMPANHA III

A CAMPANHA III

Terceira série de estórias aos quadradinhos subversivos...
...sobre a campanha autárquica dos instalados...
...ora no Tramagal...

domingo, 4 de agosto de 2013

A CAMPANHA II

A CAMPANHA II

Depois de cá o Cidadão ter recebido alguns elogios sobre a idéia vertida...
...resolveu prosseguir com as estorietas dos quadradinhos subversivos...
...acerca da campanha autárquica dos instalados...
...desta feita passando por terras de Rio de Moinhos...

segunda-feira, 29 de julho de 2013

A CAMPANHA I

A CAMPANHA I

Uma estória aos quadradinhos sobre curiosos instantâneos de apresentação da candidata Chanata e da recandidata do Céu...
...em Martinchel...
Assim a campanha autárquica dos instalados vai prosseguindo a bom ritmo.

sábado, 13 de julho de 2013

O RESTAURO


O RESTAURO


 “É pá! Você tem-se aprimorado no fotoshop e nas fotomontagens.”
De si vem cada idéia que nem lembra ao Menino Jesus!”
“Bolas, que essa imagem deve ter-lhe dado muito trabalho! 
O D. Francisco de Almeida ficou psicadélico”
“Olha, olha, deve ser da alergia aos plátanos.”
“O Barba Azul? Não brinque com coisas sérias!”
“Não pode ser verdade! É o António Variações?
Não é preciso exagerar!”
“Eh!Eh! Isso não se faz! Deve ser uma brincadeira! 
Só vendo é que acredito."
“Vamos devagar senão ainda chamo os fiscais da Câmara.”
“É muito chato... se for verdade!”
Quando cá o Cidadão abt transmitiu por via electrónica e em primeira mão estas fotos do evento cultural 180 Creative Camp, o pessoal nem acreditou que fossem realmente verdadeiras, mantendo-se alguns correspondentes cépticos no momento em que o post foi publicado ... 
Seus cabeças duras!
Resta o Presidente da Câmara de Lisboa permitir que pintem de vermelho as estátuas de leões que se encontram nas escadarias da Assembleia da República...
Ah! C’um catano!
"- Papá! Agora já não tenho medo porque é de dia!
- T'ás a ver filho, como era mesmo o D. Afonso Henriques pintado?"
Se a decoração do monumento a D. Francisco de Almeida localizado à entrada do Jardim do Castelo de Abrantes atingiu o objectivo de impressionar e provocar a cognição dos visitantes.
"A seguir vão fazer isto às estátuas do Largo da Câmara e no Barão da Batalha?" 
Bonito ficou, no entanto não parece sensato que a edilidade municipal se permita adulterar o original, mandando as normas protocolares para o galheiro, cobrindo o bronze com plasticinas policromáticas!
Ao que se permitem para cativar o apoio de alguns jovens...

quarta-feira, 3 de julho de 2013

A CISÃO


A CISÃO

  Primeiro foi o Miguel Relvas a reprovar no exame dos pensadores por não saber a letra do “Gândola Vila Morena.” 
Tal como o conhecimento do Hino Nacional é um dos requisitos exigidos aos imigrantes que requeiram nacionalidade portuguesa, também o "Grândola Vila Morena" deveria ser cognição obrigatória dos ministros, secretários de estado, deputados e demais arrastadeiras do Governo da Nação...
Sedados meses após a barracada, foi a vez de Victor Gaspar perder as charneiras do Excel...
Depois o sujeito passivo da coligação governativa apadrinhada pelo inquilino Cá-Cá de Belém, que paulatinamente se fartou de viajar pelo estrangeiro, soltou-se dos gonzos numa crise dismenorréica e azorragando com as portas acabou por exigir separação, deixando os restantes familiares a bater mal do baralho, com o agravo de por enquanto haver pelo menos uma grávida entre os sequestrados!!!
Hum... Ou cá o Cidadão bem se engana... ou isto trata-se da lenta desagregação da actual união de facto, com Portugal a caminho do segundo resgate...

segunda-feira, 1 de julho de 2013

MAL MENOR


mAL MENOR

 Na sessão ordinária da Assembleia Municipal de 28 de Junho de 2013, teve a Senhora Presidente do Município Tubuco, oportunidade de fundamentar o investimento por ajuste directo em trinta oliveiras centenárias ora replantadas no recinto da Escola Básica Maria Lucília Moita que tanto vem intrigando os mais curiosos.
Perante os deputados, a comunicação social e demais cidadãos interessados na temática do momento, ficou a saber-se que as arbóreas se destinam a homenagear as gentes desta região enraizada nos azeites e que no lugar de ter gasto os “cinquenta mil euros”???  em vegetais oleaginosos,  a senhora gestora dos dinheiros públicos bem poderia ter investido “trezentos mil euros”  num monumento mais vistoso ou obra d'arte consonante à região, ou seja, o simbolismo do valor em jogo vai muito para além do que na realidade aparenta e em vez de gastar a adjudicada quantia numa fragata do Tejo, poderia ter investido bem mais grana num transatlântico, justificação que naturalmente tranquilizou os presentes e demais cidadãos aficionados, na medida que de entre todos os males, optou pelo menor, evitando que no pátio da escola se construísse um menir vanguardista ao estilo Portas e Passagens... afigurando-se ridículo que as pessoas ainda desperdicem tempo com estas ninharias...
Deixando-nos de filosofias absolutistas e como já os ciberleitores devem ter reparado, dentro do azar somos uma gente cheia de sorte, afinal acabando por economizar duzentos e quarenta mil euros na coisa!
Mais observou que os órgãos de comunicação social têm a mórbida tendência de procurar a carga negativa das notícias em vez de realçarem o que de positivo se vai fazendo pelo concelho, ou seja, admitiu a indagada presidente que pese transparente como água sem alumínios, a negociata das oliveiras encerra algo de negativo... omitindo os zunzuns que circulam na opinião pública e o feedback que eventualmente lhe possam ter "chegado aos ouvidos" através dos mecanismos de liberdade de expressão em voga na Web, cingindo tão delicados frutos à trilogia autarcas, massmédia e deputados, porquanto o povão terá entrado de férias...
E livrai-nos do malámén!

quinta-feira, 27 de junho de 2013

EM BOLANDAS



EM BOLANDAS

  Foram contratados os serviços de uma empresa algarvia para eliminar as overdoses de alumínio e naturalmente desagravar o preço do metro cúbico e a taxa dos resíduos sólidos variável da água potável com que o município abrantino vem brindando a população da Bemposta.
Acontece porém que após muita comédia e instalados uns quantos filtros algo sofisticados, a dita empresa deu a missão por concluída aos vinte e cinco dias deste mês de Junho, abalando de armas e bagagens para junto dos seus.
Foi Sol de pouca dura pois na tentativa de reabastecimento através da rede pública, qual não foi o espanto da população ao constatar que no município tubuco não houve engenheiro ou técnico que tivesse ficado na posse do manual de instruções da maquineta...
...ou recebido conveniente formação no domínio de sistemas depuradores de alumínio e vai daí, as gentes retomaram a bolandas das mais potáveis águas, enquanto os serviços municipalizados de Abrantes levaram monumental tampa de uma empresa local que refutou solucionar-lhes o problema a breve trecho, na medida em que não iria "mexer" em obra de terceiros que naturalmente terá garantias de fabrico, manutenção e conservação... 
Convencido de que santos da casa não fazem milagres,  o município tubuco apenas se lembra de Santa Bárbara quando fazem  trovões...
Mas atenção!
Apesar de já nos terem habituado, este género de notícias são mitos urbanos a evita, apenas servindo para agravar o sentimento de insegurança das populações... 

quarta-feira, 19 de junho de 2013

DE 100 JEITO


DE 100 JEITO

 Desconchavado e100 jeito achou-se o postSenhora da Caça,sobrando a esperança de que sirva para avivar razões a outros tantos nichos menosprezados por este mundo de errantes mortais.
Por obra de Santo Expedito, nunca tão prontamente foram atendidas as preces cá do Cidadão, podendo a casta Diana quebrar o enfeitiçamento de Acetão que nem a Senhora do Céu conseguiria fazer melhor!
Enquanto outros assuntos abordados parecem cair em saco roto ou por vezes o retorno nos é manifestado por desenfados quão somente revelam o grau de incapacidade dos seus autores, no caso em apreço nada se perdeu por tentar... 
Não mais de vinte e quatro horas vencidas foram as suficientes para acontecer o milagre da trasladação do postalete que ousara intrometer-se entre os pedestrantes e a Senhora dos Caminhos, premeditando que a Senhora da Caça terá de esperar sentada nas nuvens, porquanto no Rio de Moinhos de Tubucci , haverão homens de boa vontade que perceberam a mensagem provando a anomalia ter sido mera desatenção de quem de direito.
Não sendo este errante Cidadão crente em ratas de sacristiasantos de pau carunchoso mas sim,  admirador do "vem, vamos embora que o esperar não é saber, quem sabe faz a hora e não espera o acontecer," comenos louva a boa acção abençoada pela Senhora dos Caminhos e por tal, é no Google postada a imagem e localização do nicho.
Assim na terra como na Céu!

sexta-feira, 14 de junho de 2013

A HOMENAGEM


A HOMENAGEM

 Calcularia o ciberleitor que José Alves Pimenta de Avelar Machado gostasse de farturas açucaradas, pipocas saltitantes e porras recheadas?
Fodé Baió, Fodé Baldé e Fodé Embaló!
Pois bem, quando a 14 de Junho do ano da graça de 2013, pelo nonagésimo sétimo aniversário da elevação de Abrantes a cidade cá o Cidadão se encaminhava para cerimonial de inauguração do Memorial aos Combatentes tombados nas guerras do ultramar, deparou-se com o recanto do General Avelar Machado ocupado por uma caravana que lhe abafava o protagonismo de outras eras... 
As farturas são de importância superior ao enquadramento fotográfico proporcionado aos turistas e demais veraneantes imbuídos nos meandros culturais da urbe.
De facto, se na Rua 17 de Agosto de 1808 tentarmos mirar o enquadramento, reparamos que o reboque se pespegou frente ao Edifico da Assembleia considerado ex-líbris da urbe em complemento ao busto... mas quem pode manda e quem manda, pode!
Quem teria sido o administrativo iluminado que destinou o recanto cultural ao estacionamento dum equipamento hoteleiro adequado a feiras e mercados? 
Porque não, encaixar ali outro bar comercializando kebab’s e cachorros quentes ou algo mais snob como um atrelado-estúdio  vocacionado para divulgação de expressões plásticas e afins?
para melhor leitura, clike sobre a imagem...
Sobra a ideia mas de um ou de outro modo, certamente que o General Avelar Machado se achará fadado com a sagacidade cultural destes regedores... 
Antes foi o matagal que se lhe enrolou ao pedestal e agora, pelas festas da cidade, a roullote que lhe dá farturas pelos bigodes!
Absorta com a cerimónia de inauguração da lápide em honra e memória dos abrantinos tombados nas estepes d’além mar, a presidência nem se terá apercebido da gaffe intercultural do General desprestigiado atrás duma barraca de feira!
Adiante, que ao longe toca a charanga...
A cerimónia foi linda de morrer, havendo nela uns quantos discursantes botando faladura da boa, incluindo um veterano enquanto o coronel de Cavalaria era super-escoltado por um pelotão de praças estáticos e extremamente atentos a todo o cerimonial que de vez em quando auxiliavam no toque do clarinete e nas partes gagas...
...Coronel este a quem ninguém terá escrito sobre o quanto vai penando o busto do General Avelar Machado, tendo a maioria da assistência sido composta pela brigada do reumático, resultando frias, ténues e frouxas as palminhas finais, justamente durante e após o abreviado discurso da excelentíssima senhora presidenta do município que em perfeita alusão à escuridão e claridade do Yin Yang...
...trajava de branco e negro, talvez em demanda da simbiose entre sinergias contrárias, receosa de que eventual trupe de fogosos bombeiros não ostentasse o pendão do sentimento de insegurança.
Bom...
Como o recinto estava pejado de barraquinhas de comes e bebes, suponhemos que a indumentária não tivesse consistido pura evocação aos lulus do Black & White...
Além do arranjo e duas coroas florais, àquela distância não se conseguia ver mais nada da lápide, sendo necessário aguardar pelo destroçar das tropas para que este rapaz analisasse de perto a verdadeira dimensão da extensão à carne deitada aos canhões da Primeira Grande Guerra...
As letras são de difícil visualização, ainda assim se conseguindo destrinçar os trinta e seis nomes dos infelizes para a família e Heróis da Pátria para o Estado Novo, que abandonaram a vida lá longe onde sem suspiros nem ais, a guerra os castigou demais...
Nada daquilo se compara ao monumento análogo que em Lisboa poderemos encontrar junto às muralhas do Forte do Bom Sucesso e a escassos metros da Torre de Belém, cuja perceptibilidade gráfica permite que os nomes dos combatentes sejam legíveis sem dificuldade, postulando a sua especial atenção para os títulos dos africanos guineenses que sucumbiram nas fileiras portuguesas... 
Fodé Baió, Fodé Baldé e Fodé Embaló...
"-A menina traz a carinha cheia de impíngies... há que lhe pôr penincilina..."
Dizia o padre cura durante o baptizado. 
"-Penincilina, não!!! Vai ficar Maria como a mãe!"
Respondeu o exasperado pai da criança... 
Adequemos pois este diálogo ao ambiente tropical;
"-Bu minina ta kosal, tene cara tudu caga di mandita baga-baga... Ten qui mítê mesiñú penincilina..."
Dizia o missionário comboniano durante o baptizado.
"-Ka ta mitê penincilina nada!!! Ku mitê Fodé komú mame!"    
Respondeu o exasperado pai da criança.
Tal como as Marias e os Manéis estariam para os portugueses assim os Fodés se ajustariam aos guineenses, presumindo-se pelo apelido que os bravos Fulas resultariam de ascendência muçulmana.