Um blogue que tem por objectivo desancar nas situações que ao Cidadão se lhe afigurem erradas ou desadequadas à vivência social, recorrendo a bons modos metafóricos, satíricos e humorados. A sua leitura é desaconselhada a maldispostos crónicos, a cinzentões e a mentalidades quadradas. Classificado como substância psicoactiva passível de dependência, poderá induzir micções involuntárias no indivíduo. Recomenda-se pois que o seu consumo seja doseado com moderação...
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Este militante anti-cinzentista adverte que o blogue poderá conter textos ou imagens socialmente chocantes, pelo que asua execução incomodará algumas mentalidades mais conservadoras ou sensíveis, não pretendendo pactuar com o padronizado, correndo o risco de se tornar de difícil assimilação e aceitação para alguns leitores! Se isso ocorrer, então estará a alcançar os seus objectivos, agitando consciências acomodadas, automatizadas, adormecidas... ou anestesiadas por fórmulas e conceitos preconcebidos. Embora parte dos seus artigos possam "condimenta-se" com alguma "gíria", não confundirá "liberdade com libertinagem de expressão" no principio de que "a nossa liberdade termina onde começa a dos outros".(K.Marx). Apresentará o conteúdo dos seus posts de modo satírico, irónico, sarcástico e por vezes corrosivo, ou profundo e reflexivo, pausadamente, daí o insistente uso de reticências, para que no termo das suas análises, os ciberleitores olhem o mundo de uma maneira um pouco diferente... e tendam a "deixá-lo um bocadinho melhor do que o encontraram" (B.Powell).Na coluna à esquerda, o ciberleitor encontrará uma lista de blogues a consultar, abrangendo distintas correntes político-partidárias ou sociais, o que não significará a conotação ou a "rotulagem" do Cidadão com alguma delas... mas somente o enriquecimento com a sua abertura e análise às diferenciadas ideias e opiniões, porquanto os mesmos abordam temas pertinentes, actuais e válidos para todos nós, dando especial atenção aos "nossos" blogues autóctones. Uma acutilância daqui, uma ironia dali e uma dica do além... Ligue o som e passe por bons e espirituosos momentos...
Tudo começou 590 anos antes da Humana Redenção quando o Tejo era fronteira natural, motivo suficiente para cá o Cidadão vos brindar com esta séca de história embalsamada! Daí que, se não estiverdes pelos ajustes, o melhor que fareis será mudar-vos para outra chafaricamais engraçada... O "PASSO A PASSO ABT", por exemplo!
Vindos da Europa Central, a Sul do rio instalaram-se os Galo-Celtas e a Norte os Tubucos, vigiando-se mutuamente. Os Celtas com ideias expansionistas resolveram transpôr as margens da ribeira sem que antes sentissem as Ópus-Ições dos Túrdulos estremenhos, dos Scalabitanos das lezírias e dos Tubucos domorro juntando forças para o inglório combate! Não obstante, os Celtas conquistaram e saquearam os territórios almejados, mas por pouco tempo, porque os Tubucos organizaram-se nas Beiras sob a égide dos Túrdulos que, reforçados com outros Bárbaros vindos da Hispânia arrearam cachaporra de criar bicheza nos Celtas fazendo com que recuassem bastante nos seus intentos.
Ainda hoje no sineiro campanário da igreja do Crucifixo se encontram vestígios de um galo torcido com a rosa-dos-ventos apontando o Norte para a cruz Celta mais abaixo, ora vejam bem! Quão outro melhor exemplo Galo-Celtico poderia cá o Cidadão abt arranjar?
Entretanto, resultou enorme número de baixas de parte a parte e como o braço de ferro não se resolvia a mal, acordaram as pazes na partilha dos territórios, permitindo que os Celtas rumassem a Oriente, abeirando-se a Cava Juliana.
Foram estes Celtas marados de todo e casados com os Túrdulo-Tubucos que ergueram as primeiras fortificações no morro, apelidando de Tubucci ás terras de Tubucos e Celta-Tubuco a este povo!
218 Anos antes de Cristo, os Romanos lançaram-se á conquista deste território onde se instalaram durante 170 anos!
Nas escarpas dos Hermínios Montes a resistência era tal que a tribo Lusitana de Viriato não dava sossego ás legiões estrangeiras!
Após a morte traiçoeira do Viriato, Décimus Junius Brutus encontrou o caminho livre para se instalar em Moron corrompendo-se para Almourol. A partir daí, o Romano não tinha adagas a medir nas refregas com os Galegos das Beiras e com os revoltosos a Sul doTejo.
Três anos vencidos, o men entrou em stress desertando para Roma!
De porrada em porrada os anos esvaíram-se até que os Lusitanos promoveram uma revolta sem precedentes atravessando a Ibérica Hispânia que nem as legiões de Calpúrnio Pisão, Quinto Ceipião, Sérvio Galba ou Gaio Mário todas juntas se aguentaram com o tsunami Lusitano! Foram duas décadas de pancadaria, trocadas por quatro anos de sossego! 80 Anos antes de Cristo, os Romanos insistiram em alcançar estas terras soalheiras até que, 32 anos volvidos, portanto no ano48 antes de Cristo, uma vez que Július César não conseguia para cá vir a mal, resolveu negociar a bem com este povo Luso, abrindo o espumante no sítio de Pax Júlia, a actual Beja.
Tubucci seria território mui cobiçado, pois nele proliferavam férteis campos, não de futebol ou basebol, mas de hortas, pomares,vinhas, olivais e cearas!
Praticavam-se os cultos do mel, azeite, vinho, trigo,centeio, milho, feijão, melancia, maçã, e posteriormente, com as invasões dos povos Muçulmanos, dasparagens Africanas vieram os pêssegos mira-ôlho, as laranjas, as tangerinas e... as marroquinas! Belas raparigas!
Óops! Não era este, o contexto da coisa!
Do rio, para o prato saltavam o muge, a saboga, o salmão, o sável, o barbo, a enguia, a lampreia... hoje em dia é mais fácil pular a azola ou um coliformezeco defecado!
Avancemos...
Nos primitivos tempos, Tubucci com o cais fluvial do Rossio banhando-lhe os artelhos, considerava-se o centro comercial da Beira Baixa!
Em 411depois de Cristo chegaram os Alanos do norte da Europa, seguidos pelos Godos em 416 que, bárbaros de todo, rechaçaram os Romanos borda fora, destruindo o que tinha sido construído de positivo e regressando ás lendárias épocas de torpez e ferocidade, arrancando os membros e os coraçóes pelas costas aos opositores do regime como se desasassem moscas! No entanto respeitaram os valores Cristãos e as divisões territoriais criadas pelos Romanos, como por exemplo mantendo este morro com a designação de Tubucci. Em termos de crenças, até á época praticava-se o culto Ariano e o Heresismo Pagão!
Em 711 do Norte de África surgiram os Árabes impulsionados pelo profeta Maomé que comandados por Tarik-Íbn-Ziyad, no calor do dia 31 de Julho venceram os Godos na batalha de Guadalete! Ao momento estes Godos já se encontravam fartinhos uns dos outros devido ao desgaste político da governação, pois Rodrigo ao resgatar o trono Visigodo a Vitisa, imediatamente ordenou que lhe arrancassem os olhos, excesso que não foi bem visto pelo Bispo Dom Oppas e pelo Conde Julião razão mais do que suficiente para darem uma forcinha aos Muçulmanos!
Os rapazes vestidos de branco permaneceram neste território durante 436 anos, tempo mais do que suficiente para desenvolverem novas tecnologias, não de informação e dacomunicação mas de engenharia civil, aplicando algumas das leis da física, nomeadamente a das alavancas inter-fixas, potentes e resistentes, e mudando para Líbia a designação destes territórios!
Foi em tal contexto que nasceu a nossa tão querida Záhára!
Lembram-se?
Se o Cidadão tivesse vivido nessa época naturalmente que disputaria o coração da moçoila ao Samuel e ao Cavaleiro Machado!... Os chavalos haviam de se ver á rasca!!!
Veio-se Afonso Henriques sob a égide do Catolicismo e se bem quiserdes saber mais demandas consultai a saga El-Al-Banito e Záhára, anteriormente postados neste secante blogue do caraças!
Palmilharam-se os tempos e aguentou-se á bronca com um derradeiro cerco Muçulmano de Almorávidas aí pelo ano de 1179, se bem quando Diogo Fernandes de Almeida, para reconforto das tropas Portucalenses subsidiou a construção de uma capela em devoção a Nossa Senhora da Consolação junto ao Rio Pombal doando-a posteriormente aos frades de São Domingos, isto tudo, rente ao ano de 1460...e troca o passo!
O local era húmido e doentio levando a que muitos frades se antecipassem nas discussões de sexo com os anjos. Perante a terrena razia, a ordem Dominicana resolveu abandonar o poiso de devoção com a ajuda do primeiro Conde de AbrantesDomLopo de Almeida, e pelo ano de 1472 mudaram o capelejo para local mais alto e soalheiro junto á hoje seca Ribeira dos Frades onde por ora se encontra um convento de aves em pelota... e do antigo... népias de vestígios!
Dado andamento á obra do novo mosteiro, poupadinhos como eram, os Dominicanos resolveram deslocar os calhaus talhados do capelejo desmantelado, arrastando com eles a respectiva maleita, daí que, a partir do ano de 1474 ao assentarem arraiais no segundo com a epidemia á perna, deram trabalho de monta ao coveiro e a São Pedro que ás portas do Céu, os recebia a torto e a direito, razão de monta para que o local se mantenha de culto alado!
Por li se suportaram as febres durante 35 anitos.
Em 1509, Frei João de São Vicente diligenciou o terceiro convento dentro dos altaneiros perímetros urbanos de Abrantes, recebendo o apoio do Rei D. Manuel, o aval e uns cobres do Papa Júlio II seguindo-se o reforço de uma quantidade de níqueis do Pontífice Leão X, decretando que os pescadores revertessem o produto das pescas dos Domingos e feriados em prol da derradeira concretização do convento...
...a 20 de Março de 1527! Assim o podereis confirmar através dos escritos constantes na lage que ainda existe sobre a portaria da bibliotecária igreja!
Tal como os escadotes da autarquiaAbrantina são curtos para que se proceda á limpeza das briófitas plantas sem sexo ou flor que se lhes cheire e consequentemente se agarram que nem musgo á húmida e sombria pedra não permitindo a conveniente leitura dos seus escritos pelo turista, naquela época também não existiriam os fungicidas adequados... e sendo os trocos diminutos, vai daí, Dona Guiomar Coutinho deixou em testamento a módica quantia de 200.000 réis de juro vitalício em troca das celebrações de suas exéquias.
Em comum acordo com seu esposo Infante Dom Fernando, rebento de El-Rei Dom Manuel, doaram valiosas imagens, vasos sagrados e ornamentos preciosos, á ordem Dominicana, acabando sepultados na capela do convento.
Doravante, o segundo convento passou a designar-se por Mosteiro Velho!
Depois de um interregno nas hostilidades, a 23 de Novembro de1807, Abrantes sofreu com a visita dos franciús comandados pelo general Jean-Andoche Junot, que, esfomeados descalços e rotos de todo devido á travessia desde o além dos Pirenéus, fizeram de gato-sapato o juiz de fora mas de cá, mister José Macedo Ferreira Pinto, ordenado que os Abrantinos fornecessem rações de combate e fabricassem sapatos á fartazana para as tropas invasoras. Nas gáspeas, nos talões, nas floretas, nas palmilhas e nos rastos, as populações locais não deram mãos a medir durante dia e noite fornecendo os courões, inclusive dispensando o calçado pessoal tornando insignificante o António Gonçalves Annes Bandarra queera sapateiro em Trancoso!
Águas vencidas, a partir de 1798 o local foi sede de Regimento e Hospital Militar, funcionando como Hospital Civil a partir de 1959! Hoje alberga a Biblioteca AntónioBotto, parte da Escola Superior de Tecnologia de Abrantes, áreas de estacionamento automóvel e uns quantos organismos juvenis.
Se melhor reparardes, os cultos pagãos cá do local passaram a Muçulmanos e depois a Cristãos, com a ordem Dominicana a liderar os espíritos da paz.
“???”
O que está para aí vir, nem a Belzebu lembraria!
No Século XXI depois de Cristo surgiu por estas bandas um cabeça de Nefertum e grande filho de Ptah com manias de Loromonte, que não tendo templo ou contemplação sacerdotal associada ao seu culto, em suas ideias transporta pequenas estatuetas usadas como amuletos que exercem imensos poderes sobre os humanos desta república Tubucciana!
Ptah é um Bobconstrutor que se submeterá a qualquer outro Deus, desde que nele fareje obra piramidal em maqueta! Um Bob tal que não dá tréguas ao seu nome!
Logo que Rá, outro Atum com cabeça de falcão adorador de Nefertum e dos Lorosae se veio para junto dos Tubucos trazendo uma carrada de amuletos a sério na sua mala de cartão, uns Ocidentais da idade dos bronzes e outros Orientais da idade dos ferros, Ptah submeteu-se a seus desejos numa vontadinha enorme em erguer prismáticas alvenarias para albergar a tralha milenar precisamente onde?
Nas barbas dos Dominicanos!
Nem mais!
E porquê, precisamente neste sítio?
Porque a região se encontra superlotada de mamarrachos em betão armado aos cágados não se vislumbrando nesga mais adequada ao desejado efeito, e os Tubucos, coitados, para além da dívida contraída ao Estado Português na recepção da primeira palmada quando vêm a este mundo, têm outra grande dívida para com as múmias, segundo o discursado pelo ex El-Commandante!
Armar o frontespício no espaço da primeira plataforma do conventual recinto seria o ensejo de Rá, paizinho de...
Thoth que papava quilómetros pelas vias terrestres da Ibérica Península!
tep, tep, Imhotep...
Foi aqui que todos evocaram Imhotep!
Imhotep era aquele Deus de traje negro que arquitectava obras piramidais!
Cenas da Sakara!
O men inspirou-se no gato da Dinastia Ptolemaica de quem a gata Cristie tem nobres descendênciase vai daí, em vez de Quéops, Quéfren e Miquerinos com os seus túneis labirínticosonde um ratito acossado se perderá entre tanta múmia jeitosa, Imhotep sonhou com uma paralelepípeda branca de buraco ao centro, deverá ser fêmea... uma cuba... ou assim... de altura correspondente a sete humanos andares,
...encaixada exactamente no recinto do convento de São Domingos como se por perto outro poiso não houvesse. A coisa seria revestida a tela para que nela se pudessem projectar imagens do tipo data-show, visíveis ao longe tal como acontece com a Torre Eiffel Tubucciana na quadra do Menino Jesus! Óptima para se desfrutarem uns filmezecos em sistema Drive-in a partir da Auto-estrada23, do Áquapólis Sul, do picoto da Medrôa... do alto de Santa Margarida da Coutadaou assim!!!
Mais indicada seria com toda a certeza a projecção das siglas evocadoras das taxas, tarifas, IRS, IVA, IMI, IRC, IA, IC, daí a razão para que MIAA, seja sigla para múmia sorrir!
Porém, surgira Hathor ao poder,a Deusa que representa as forças benéficas do céu, do amor, do vinho, da alegria e da dança, reparem bem! Melhor que ela... ~_~_~_~_~
Só Ísis!
Mas de momento não há cá quem dance!
Daqui a três anitos... talvez...
De futuro terão que tomar muita atenção a Hórus, filho de Ísis, cujo papá Osíris foi assassinado pelo tio Seth, que seus olhos por enquanto são o Sol e a Lua da família!
Embora estas evocações da mitologia Egípcia sejam uma valiosa contribuição cá doCidadãono despertar do vosso interesse para o futuro Museu Ibérico de Arqueologia e Arte de Abrantes, indubitavelmente que todos vós ficastes culturalmente mais enriquecidos, mas istoestá a descambar com’ó raio e ás tantas um tipo acaba pr’áquitodo embaralhado!
Um Icêzito de aceso da auto-estrada 23 á cidade de Ponte de Sor e uma pontezeca ali para as bandas das Tramagas seriam de somenos importância para o desenvolvimento da região na medida em que os pés de borracha passariam na brasa por cima da Vila Convívio a caminho dos Alentejos... desprezando estes locais por completo! Mas estas não deverão ser as acessibilidades de que tanto se palrou e promoveu antes das últimas, das penúltimas e antepenúltimas eleições!
Talvez... surjam outras acessibilidades que o pessoal por enquanto ignorará.
Depois de terdes retirado prazeres na leitura dos antecedentes episódios com laivos Gótico-Muçulmanos, por ora ireis mergulhar nas trevas sem antes vos advertir que quentes bafejares em vossos pescoços sentireis.
No que toca á Meiga Chuchona tratou-se duma cena do Demo, p’rá superstição, pois as mães de certa aldeola mergulhada algures nas florestas desta Ibérica Península sem razão darem, em noites de Lua Cheia viam seus filhos definharem lentamente, um após outro...
Em tenebroso bosque havia um casario rondado por sombras sinistras onde, pelas frestas das janelas espreitavam horrendos seres que dia algum podereis imaginar...
Perdendo o tino do seu viver, pela calada da noite uma linda mulher sugava o virgem sangue das criancinhas do lugar, sem que o João Semana ou o Padre Cura algum mal neles descortinasse até chegado o dia em que um casal de camponeses vendo seus filhos padecerem um após outro, buscou a solução numa velha muito velha, que de tão vergada pelos anos suas vistas a limitavam a sete palmos de terra.
Essa benta recomendou aos pais da criancinha, que mézinha fosse executada em Sábado de Lua Cheia!
Colheriam três pés de loureiro, uma lasca negra da pata de jerico, um raminho de erva de São João, uma castanha das Índias, um dente de alho e uma ervinha de São João.
Debaixo da almofada do leito da menina colocariam a castanha das Índias e o dentinho de alho...
Aguardando pela presença de um ser indescritível junto á filha adormecida, teriam que lhe bater com os três pés de loureiro evocando a lengalenga "São Silvestre, fórum meiga!" e se lhe revelaria a razão de quão terrífica tragédia!
O meio da noite era acossado por gélida e cortante nortada, com os galhos extremos das árvores da floresta banhados pelo luar sugerindo na penumbra, os vultos de almas penadas... traçado pelo arrepiante uivo dos lobos ferozes, o desafiante piar da coruja agoirenta... e bem pertinho, sentia-se restolhar no tojo da mata circundante...
...como se outra alma por li vegetasse...
Velando a seu lado sob a claridade tremeluzente de candeia alimentada a azeite, o casal de camponeses surpreendeu um negro e enorme moscardo pousando sobre as carótidas tenrinhas da sua querida menina, sorvendo-lhe o sangue quentinho com algumas gotas salpicando-lhe pelo pescocinho abaixo...
-Dããssse!!! Vou-me já embóla!!!
-Olha! O Pin Gente estava acordado!
- E ouviu isto!
-Vai abrir-lhe a porta da rua!
-Adeus Pin Gente!
-Adeus!
-Adeus, pá!... O tipo pirou-se!
-Continuando...
Perante quão tétrico cenário, o pai da menina com três pés de loureiro bateu sem dó nem piedade no fétido bicharoco enquanto a mãe, de voz embargada pela aflição tentava gritar a frase do esconjuro, ao que a mosca bateu asas e esvoaçou pelo negro Céu, transformando-se em enorme morcego, sumindo-se no feitiço do Luar sem antes emitir arrepiantes guinchos que enregelaram as cervicais dos humanos resguardados nos meandros de seus lares, correndo ferrolhos a portas e janelas.
Dando pela falta, na manhã seguinte a vizinhança foi encontrar prostrada em seu leito de morte, uma linda mulher de tez encerada, com enormes unhas e dois finos dentes incisivos cravando o lábio inferior... no manto negro que sobre ela se estendia, coagulavam dois fios de sangue escarlate!
Era aquela mulher esguia, até então de olhos distantes, vítreos, cinzentos, cabelos longos e seios volumosos que nas noites de Luar, em Senhora das Trevas se transformava...
Não se podem contar pormenores desta Ibéricalenda pois tornar-se-iam deveras violentos para um leque de ciberleitores sensíveis e sugestionáveis, arcando bué da bitáites á memória rã!
Nos contemporâneos é-vos vedada a possibilidade de reviverdes tais negritudes mas em compensação tendes a Ambientabrantes que vos suga até ao tutano ainda que vossas torneiras estejam bem aferrolhadas...
Considerando que tais práticas ancestrais são viciantes, a modos que, se um Ser das Trevas em vosso pescoço os incisivos cravasse, em alma semelhante vos transformaríeis, sucedendo exactiqualmente assim nos meandros dos salões da mansão de uns quantos pisos, pois aqueles que se propõem partir em vossa salvação logo por lá ficam reféns das misteriosas forças de Cronos, deixando suas imagens de se reflectirem ao espelho!
Tal como num distante lugar das Ibérias, igualmente por estas bandas assistis á decadência de lindas mansões enquanto se evoca Rubik!
Com tão mágico cubo surgem forças misteriosas que captando mentes, nelas exercem poderes inimagináveis! Cenas para crónica vindoura!
Melhor será dar-vos por cumprida e encerrada esta valente trama onírica iniciada no primeiro dia do ano da graça de dois mil e dezdepois deCristo, em que o primeiro personagem foi Al-Ban, El Al-Banito com seus Druidas enquadrados no Stonehenge, de seguida souberam-se das razões intromissivas da linda Záhára neste sonho onde viajastes pelo Néo-Medieval da questão, encaminhando-vos para um epílogo sanguinário inspirado num conto Galego ao estilo literário Al-Dark-Gótico, recorrendo a uma catréfada de fotos reais de vivendas devolutas e em adiantado estado de degradação que proliferam nesta charmosa Tubucci e com toda a certeza vos porá espreitando por debaixo da cama e a zona do guarda-fatos onde pendurais o vosso sobretudo, sem antes dardes uma corridinha ao sótão e á cave se quiserdes dormir uma noite descansadinha, não vá o Mafarrico tecê-las...
Coisas que vós caros ciberleitores não entendereis, visto não possuirdes uma Bola de Cristal como a do Cidadão!
-Então Cidadão, agóla que cheguei é que te calastes? Também quelo óvile as estólias dos teus sonhos!
-Está bem...está! A formiguinha já tem catarro!
-Vês? O Pin-Gente ainda adormece pr’áqui acabando por pernoitar em nossa casa!
-Qual quê? O pessoal sossega onde se sente bem! Se isso vier a acontecer poderás considerá-lo como um elogio á nossa hospitalidade! Puxa daí a chaleira e as fatias do bolo -rei...Oh! Pá! A assistência está a aumentar... a gata Cristie, tú Companheira de mi vida, o Pin Gente, a coruja das torres que não pára de piar lá fora e... um cibernauta no outro lado da Web a ler isto!
???
Olá, bem disposto?
!!!
Sim, Você!
“ ” ”
Pois então? Quem deveria ser?
-Deu-te para meteres conversa com as pessoas on-line? Vai-te catar e confessa-te, vamos!
Para si que aterrou de pára-quedas e não pesca patavina do que se passa nesta chafarica carregada de bitáites, cá o Cidadão tem a honra de lhe anunciar que esta treta é a continuação da saga iniciada com "El Al-Banito", resultante dum sonho nas primeiras horas da madrugada do Ano Novo, após a ingestão de razoável quantidade de “Asti” e não espumante bruto, situação que causaria constrangimento no sector feminino devido ao amargor da substância em questão... e de ter butido uns quantos destilados que não vêm á memória posto que nela se concentraram atempadamente.
-Ó Cidadão, contas a estólia, ou não?
-Cala-te, pá!
È bué da aborrecido quando se quer desabafar e não deixam, ao ser-se interrompido por meras e insignificantes razões. Evitar-se-ão descrições de situações indecorosas na medida em que estamos na presença de um menor de idade que contaria os pormenores ao poder paternal ficando cá o rapaz com fama de depravado, o que não seria abonatório para a reputação dum contador de crónicas e lavrador de sonhos, perdendo público p’ra caraças!
-Começas ou faz-se serão???
Em compasso de espera cá o Cidadão perguntou á fascinante moura encantada sobre as razões da sua aparição neste lugar desonho ao que respondeu ter sido filha do primeiro Alcaide-Mor e protagonista de uma enorme paixão, o que não seria difícil de compreender pois cá o Cidadão já se embeiçava com tal maravilha!
-Oh! Pá! Tinhas bebido bem na passagem de ano. Por isso é que te deixaste embeiçar por essa mulherzinha! Foi dos “shot’s”! Tá-se mêmo a ver!!!
-Cala-te e deixa-me contar!!! Chiça!
“”-Ai se a apanho!...”
“...Estrafego-a toda!””
-Chiiiu! Já te diiisseee! Traumatizas o Pin Gente com esses váipes desgraçados!
Quando naquela triste e ledamadrugada de 8 de Dezembro do ano dagraça de 1148, D.Afonso Henriques conquistou o castelo de Líbia a seu pai Hibrahím-Zaid, esta Záhára de deslumbrante beleza alimentava o sonho de muitos homens e as realidades ao Samuel que por ela se afeiçoou, sendo oportunamente desarmado e aprisionado pelo bravo cavaleiro Machado, um dos homens leais a D.Afonso Henriques, botando-o nos confins das húmidas masmorras e tomando as rédeas da Alcaidaria desta Líbia altaneira...
por Pedro Afonso, filho bastardo de D.Afonso Henriques que por sua vez tinha destituído Hibrahím-Zaid dessas funções, apesar de lhe reconhecer os direitos patrimoniais. E porquê o cavaleiro Machado tomar a vez de Pedro Afonso? Porque o bastardocobiçava Novas Torres onde se perdia noutras batalhas e sendo um agarrado ás malhas do papá, debaixo dos seus elmos para lá partiu!
Visto o santo protector de Záhára estar de mãos atadas pelas tropas do Vice Alcaide-Mor, uns cavaleiros cristãos de pacotilha, autênticos labregos, embalados pelos ímpetos das batalhas, do álcool, dos saques e das satisfações pessoais, encontraram uma deixa para raptarem a miúda com intentos de a desflorarem e dela retirarem mundanos prazeres, valendo-lhe o atento cavaleiro Machado, que galopando em seu encalço a libertou das presas dos malvados e de tão vil destino... (sabe-se lá se não estariamcombinados para que fosse esse, o desfecho...)
Se algures numa empena encontrardes tal azulejo, entrai e tomai café k lá tá-se bem!
-O Pin Gente não pode ouvir essas coisas... é menor de idade!
-Mete um circulo vermelho no canto da estória! Vai!
- Onde é que arranjo uma rodela de repente e a esta hora da noite?
-Pode ser... A coroa da decoração de Natal que está pendurada na porta!
-Pois é! Nunca tinha pensado nisso...
-Seguras a coroa de braço esticado á direita da lareira... talvez funcione...
-Vai zombar com outro!!! Tá?
O Machado que não largava a peúga dos medievais cenários da Líbia era um tipo motivado e cheio de ideias, surgindo acompanhado de Martim-Mohab-Chel, um mouro reconvertido ao Cristianismo, de um Monge Beneditino sabichão e domador de espíritos malignos, oportunamente requisitado no Mosteiro do Lorvão, ao qual Afonso Henriques de quando em vez recorria em apoio psicológico devido aos traumatismos de guerra e de uma horda de bravos guerreiros e outros monásticos.
O Beneditino seria sem dúvida um confidente de D. AfonsoHenriques!
A Záhára foi-lhe confiada para que dela cuidasse e males maiores não lhe sucedessem.
Naquelas noites frias, enquanto Záhára repousava na mansão junto á ribeira de Hibrahím-Zaid, pelo assombroso castelo medieval rondavam figuras sinistras e o pio do mocho traçava o silvar da brisa nas galhas despidas das árvores iluminadas sob os feitiços da Lua... com o cavaleiro Machado padecendo de insónias por tanto matutar na miúda que não lhe saía da mente...
Libertoo Samuel, travou-se de ciumentas razões com o cavaleiro Machado pelo resgate do coração e de tudo o mais da sua amada Záhára, pois por ela esse Machado também se galou a partir do fatídico dia em que a salvou das garras dos malvados, achando-lhe parecenças á sua padroeira Senhora dos Aflitos, que a Mãe lhe tinha confiado na hora da extrema-unção, ficando fascinado pela cachopa, alheado e de cabeça á roda tal qual cá o Cidadão quando a viu em sonhos... Para o cavaleiro Machado aquela mocinha seria um anjo que lhe caíra dos Céus!
-Oh! Pá! Isso foi dos shot’s! Tinha-te avisado para não abusares das bebidas brancas!
...!!!
-É desagradável! Cá o rapaz a tentar descrever as coisas ao pormenor esofre com estas observações da Companheira! Irra que é demais! Outros casais se divorciariam por bastante menos!!!
-Adiante! Adiante que se faz tarde!!!
Nas tormentas desta disputa o enigmático monge puxara os cordelinhos dos hábitos para o lado do Vice Alcaide-Mor... Houvera que apostar no cavalo ganhador, supunha-se á altura, só que o ditoso encerrava um maculado segredo em sua alma. As coisas foram aquecendo e enquanto ambos os pretendentes se batiam ás aldrabas das portarias era chegado o dia do resgate da mão da bela Záhára a seu pai Hibrahím-Zaid...
Vivendo angustiado com a bipolaridade da questão nos sombrios bolores da sua mansão, o velho Hibrahím optou por franquear as portas e os demais segredos de sua filha ao valente cavaleiro e Vice Alcaide-Mor Machado com a seguinte força de expressão:
“Abre antes ao Machado!”
Perante tão vil desfaçatez, Samuel louco de raivas e ciúmes partiu por esses condados fora numa atitude difamatória, quiçá desaforada Ópus-Ição, tocando sinos a rebate e gritando a dezanove pulmões:
Valeu-lhe o atento monge Beneditino que o tomou em seus braços e aposentos, exorcizando-o da desvairada loucura em que tivera mergulhado...
passando-o mais tarde para os braços de Afonso Henriques que fez dele um valoroso guerreiro, levando-o á conquista dos bastiões muçulmanos, juntando forças ao lendário mouro Martim-Mohab-Chel, que uma temporada antes teria sido útil a Afonso Henriques em manobras de diversão para que na madrugada de 15 de Março de 1147, com cento e vinte bravos comandos, num ataque relâmpago tivessem tomado de assalto as muralhas da Scallabis á mourama, recompensando-o com férteis territórios junto ao Rio Zêzere, mais tarde designados por terras de Martim-Chel, onde de cabelos negros e olhos de azeitona, brotam belas mouriscas, enquanto a linda Záhára, convertida ao Cristianismo, se desposou com Machado, tendo muitos filhos e vivido felizes para sempre!
Logo ordenaram que se construísse uma mesclagem de parque infantil e de áctividádesradikais sobranceiro ás muralhas, com cenas de freestyle, rampas de lançamento de skateboard,patinsin-line e BMX, uma tabela de basketebol para que os irmãos bastardos nela pudessem praticar incestos e queimassem os lípidos acumulados duma vida sedentária de orgias de fast-food’s, uma pista detartan para os cotas se armarem em juves, com os velhos no cimo das arcadas a morderem o esquema á malta!
YÁ!...Éuma piscina sazonal para o pessoal arrefecer os rolamentos!
Duzentos côvados adiante mandaram erguer um jardim com bué da broboletas, bancos e muritos frágeis para que os filhos dospovos Bárbaros neles pudessem praticar vandalyng sem darem cabo das norças dos dedos ou das testas!
O Alcaide era um men mêmo fixe, tá?
Portanto, apesar dos Visigodos nóias terem posto a gracinha de Aurantes a estas paragens, estareis concerteza a entender como se passou a toponímicar de Abrantes!
Há outras ideias na mona, como a origem do nome residir na ribeira das terras do ValedeHibrahím-Zaid, derivando para Vale da Abrançalha e daí para Abrantes ser um truz, ou por exemplo a cena das tropas do Afonso Henriques ralhando lá de baixo para que os muçulmanos lhes abrissem as portas do castelo ou usariam o bulldozer de serviço, com um alcaideHibrahím-Zaid borrado de medo a responder-lhes “então abre antes”... ao que não se afiguram mui românticas no contextodeste sonho maravilhoso e assim se tornaria desvirtuado e pr’ó desagradável!
Ai esta moura, esta moura, as coisas que nos conta, deixando-nos de cabeça na Lua!
Não!
Ainda não terminou o sonho, pois ignorais o segredo que o monge encerrava debaixo do seu hábito!
Foi a questão oportunamente colocada á Záhára pois esse episódio lendário se mantinha um bocado embrulhado.
Ao ser confrontada com a pertinência do Cidadão, no início revelou um certo embaraço mas lá se descoseu, recuando duas décadas até aos tempos em que não era gente, e aquele monástico antes de jurar celibato se teria apaixonado por uma jovem cativa cristã lá p’rás bandas do Lorvão. Chamemos-lhe Maria Rita pois de sua graçanãohouvera razão! A moçoila virou costas ao João Gonçalves raspando-se a parte incerta, ao caso para estas bandas, abandonando um pretendente de coração estraçalhado pelo desgosto, motivo de sobra para que o desventurado desatasse a bramir por montes e vales:
“Foi um dia nas fontainhas
Que a vi falando com umas amigas
Atirei-lhe beijos, elas riram das gracinhas
São coisas próprias das raparigas
E eu voltei, todos os dias a procurei
E soube que ela se chamava Rita
Foi a moça mais bacana que encontrei
E tinha os cabelos presos com uma fita·
Maria Rita, Maria Rita
Eu pergunto à multidão, mas ninguém a viu passar
Maria Rita, Maria Rita
Dou uma vela a S. João se a voltar a encontrar
Quando chegou a madrugada
Ninguém sabia de nada
E eu voltei tão triste, tão triste
Que se ela soubesse voltava para me abraçar
Era noite de S. João
Toda a cidade estava iluminada
E toda a gente vinha em folia, em turbilhão
E nessa gente vinha a minha amada
E trazia a amarrar o cabelo negro
A mesma fita da cor do céu
Com a mão atirou-me um beijo
E entre a multidão desapareceu!”
Se bem anotaram, o rapazola ficou completamente xéxé com a partida da miúda e, enquanto o Raul Indipwo e o Milo MacMahonse dedicaram á música, este men, mergulhado em profundo desaire refugiou-se nas clausurasBeneditinas.
Já em terras Líbias a chavala travou-se de conhecimentos e brincadeiras com um tal magnata Hibrahím-Zaid, que depois de umas escapadelazitas com a querida na garupa do seu Enzo, que era um puro sangue mediterrânico bastante mais ágil, esguio e rasteiro do que os seus semelhantes e pachorrentos Lusitanos, ganhando vantagem quando as coisas davam para o Torto que é outra ribeira com manias de ser Rio. O magano desatou ás voltas com a miúda pela night, jantando á luz dos archotes e assim coisital, pica daqui, pica dacolá, vai daí e foi um ver se te avias... Está de se ver que algum dia o folgazão apanharia a cachopa em período fértil... não podia parar quieto com o malho e tunga! Emprenhou-a até ás orelhas!
“” ”-Ólhá##
“rodéla!!!” ” ”
##Pá””
-“???” Mas que valente susto me pregaste com esse grito!
Catano!
Não me voltes a fazer isso, Tá? Senão o pessoal perde cá o Cidadão... que se vai desta p’ra melhor com um achaqueno coração!
Foi o que aconteceu! Nove meses volvidos e mostrou-se ao mundo o fruto daqueles devaneios!
-Ó Cidadão, o que quel dizel “emplenhou-a até ás olhelhas”?
-É assim...ó nano-mini-micro-cidadão... Um senhor que deposita uma sementinha no ovinho de uma senhora e passados uns tempos vem uma cegonha de Paris com um bebézinho pendurado no bico...
-Ah! Já sei! Costumo ouvele na develisão! Os senholes que fazem essas coisas andam a bligalem, engalfinhados uns nos outros e aos glitos nos sofás, no chão, em cima da mesa e na cama, até ficalem descansados, muito felizes e tudo!Dããã!
”!!`´!!’
!!!Uma barracada!
-Adiante!
Apesar da plebe desconhecer o Pai, todos saberiam de que Mãe,Samuel era filho!
Esta foto foi o melhor que se conseguiu arranjar de um indivíduo com éne parecenças ao chavalo ainda bastante novo...
-Quando é que o monge topou o esquema?
-Ora bem!
Ao esmiuçar o papá da Záhára depois do Beneditino identificar determinados maneirismos semelhantes aos da sua paixão naquela quarentona progenitora do Samuel, razão para que tanto o clérigo como Hibrahím considerassem o mancebo como seu primogénito em respeito a sua Mãe e ex-amante de ambos, sem saberem se quem tinha ficado com a fama também teria retirado proveito, embora o garçon não houvesse novas do Pai!
Imaginem a salganhada que resultaria dum incesto se Záhára e Samuel juntassem os trapinhos! Uma bronca do caraças, é o que era!
Cá temos uma razão concreta para que num casal de scolopendrum homossexualis gigantis dos chilopodae seja razoável a adopção de menor, e dois motivos para a colocação da tabela de basket num recanto da reinação!
Os tipos eram finos!
Isto foi confuso p’ra caraças e quiçá de arrepiar, dando um valente filme ou daquelas novelas que as senhoras seguem de fio a pavio, sentindo-se o ciberleitor na necessidade de verter uma lágrima sobre o teclado, como sucedeu aos desapaixonados no momento que desvendaram o enigma, mas cá o Cidadão aconselha-vos a arrecadardes a cebola e colocardes película aderente sobre os periféricos do vosso computas, pois correreis o risco de efectivamente os danificardes com cloreto de sódio.
-Olha só! O Pin Gente adormeceu!
-Pois foi! Tapa-o melhor com o cobertor e ajeita-lhe uma almofada do sofá!
-E mais umas cavaquitas no lume...
Supúnheis que iríeis satisfazer o vosso ego encontrando por aqui cenas polémicas mas, ná! Não pode ser todos os dias disso e com o Pin Gente por aqui... Compreendem, não é verdade?
Preparai-vos para a próxima, que ireis levar com umas tretas do outro mundo em “A Meiga Chuchona!”