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Este militante anti-cinzentista adverte que o blogue poderá conter textos ou imagens socialmente chocantes, pelo que a sua execução incomodará algumas mentalidades mais conservadoras ou sensíveis, não pretendendo pactuar com o padronizado, correndo o risco de se tornar de difícil assimilação e aceitação para alguns leitores! Se isso ocorrer, então estará a alcançar os seus objectivos, agitando consciências acomodadas, automatizadas, adormecidas... ou anestesiadas por fórmulas e conceitos preconcebidos. Embora parte dos seus artigos possam "condimenta-se" com alguma "gíria", não confundirá "liberdade com libertinagem de expressão" no principio de que "a nossa liberdade termina onde começa a dos outros".(K.Marx). Apresentará o conteúdo dos seus posts de modo satírico, irónico, sarcástico e por vezes corrosivo, ou profundo e reflexivo, pausadamente, daí o insistente uso de reticências, para que no termo das suas análises, os ciberleitores olhem o mundo de uma maneira um pouco diferente... e tendam a "deixá-lo um bocadinho melhor do que o encontraram" (B.Powell).Na coluna à esquerda, o ciberleitor encontrará uma lista de blogues a consultar, abrangendo distintas correntes político-partidárias ou sociais, o que não significará a conotação ou a "rotulagem" do Cidadão com alguma delas... mas somente o enriquecimento com a sua abertura e análise às diferenciadas ideias e opiniões, porquanto os mesmos abordam temas pertinentes, actuais e válidos para todos nós, dando especial atenção aos "nossos" blogues autóctones. Uma acutilância daqui, uma ironia dali e uma dica do além... Ligue o som e passe por bons e espirituosos momentos...

terça-feira, 9 de novembro de 2010

IN SEGURANÇA PASSIVA


IN SEGURANÇA PASSIVA


Tanto no contexto urbano como em ambiente rodoviário, por Tubucci vivem-se tempos de in segurança passiva...

12 comentários:

Ametista disse...

Isto é verdade? Não acredito! É uma montagem, certo? Tenho de passar por lá pra ver com os meus próprios olhos.

O Cidadão abt disse...

Olá Ametista!

Foi a tentativa de montagem de uma viatura no arco, com a consequente desmontagem do dito cujo!

É a mais pura das verdades, pese este desfecho ser previsível, porquanto o "arco do triunfo" foi estrategicamente plantado no início de uma placa separadora dos sentidos de trânsito, não só para ali ganhar maior visibilidade, como para que algum incauto veículo, pelas mais diversas razões que a razão desconhece, aumente as probabilidades de colidir com o desafortunado.

Em termos rodoviários, a segurança passiva não se restringe à sofisticação do apetrechamento dos veículos, alargando-se ao meio envolvente, onde se inclui o mobiliário urbano!

Mas como "eles" é que têm os livros...

Decerto que será local de romaria por uns dias!

Gracias pela sua visita!

Ametista disse...

Bem agora já acredito, não foi intencional.
Mas o arco era bem visivel e, apesar do local onde estava colocado não para partir. Eu acho.

O Cidadão abt disse...

Bom Ametista, estas coisas não são para se danificarem ou vandalizarem porque os dinheiros públicos(leia-se nossos dinheiros), é que se colocam na linha da frente.

Porém, as probabilidades de isto suceder são potenciadas com o local escolhido.

Calcule que aquele pedaço de coluna cai sobre a viatura que nele embate, ferindo gravemente os ocupantes?

Suponha que o sinistrado é um motociclista?

É certo que a condução se quer comedida e existem regras de circulação para serem cumpridas mas pode acontecer um imprevisto e a localização daquela obra artística fica precisamente na intercepção das trajectórias prováveis de despiste e também é certo que existem directrizes e legislação no sentido de se eliminarem ou evitarem obstáculos e barreiras arquitectónicas que ladeiem as vias e periguem a circulação das viaturas e das pessoas.

o ideal era recomporem o arco num local de menor risco, caso contrário correrá o risco de vir ao chão mais vezes.

Sonhos cor-de-rosa!

Ametista disse...

Bem foi acidente, não é? Estrada molhada concerteza e, um pequeno olhar para o lado e lá foi o arco.
Nunca percebi bem aquele "objecto" ali ou o que representava mas gostava, espero que seja reconstruído (o que não me parece)e volte para lá. Talvez um pouco mais para baixo, já que é preciso ter cuidado com as curvas.
Para si tb sonhos mais para o Azul...

Tramagalense disse...

Boas Cidadão

Pelo que se pode ver um "condutor" de ralis perdeu o controle do bolide e embateu no arco. Bom, talvez vejam que a aquele local não é o indicado para a beleza arquitectónica que é aquele arco e que agora vai ser reparado. Se demorar tanto tempo como o muro das Barreiras do Tejo, não vai ser tão cedo que o vemos de outra vez de pé.
Já agora este arco não tem a ver com António Botto?

saudações

O Cidadão abt disse...

Estimada Ametista!

Quando aquele arco foi ali plantado, cá a Companheira assistiu a uma sessão fotográfica nocturna em que uma linda menina de cabelos negros e vestido longo de tule abandonados ao vento, talvez descendente de alguma moura encantada, se permitia fotografar por debaixo daquele arco, com a luz do projector incidindo-lhe na vertical.

Segundo contou, aquilo foi uma óptima idéia e linda de se ver.

Cá temos uma utilidade para o arco!

??????????

Ah! Pois!

...Também se enquadrava plenamente na paisagem urbana, conferindo beleza!
Não deverá ter sido um investimento carote como o "Portas e Passagens"... tragável pelos impostos da população.

O busílis está no local onde foi plantado!
Cinquenta metros mais adiante minimizavam as probabilidades de ser abalroado!

E este praça por aqui se queda, reconhecendo-se mui grato pelos seus votos de sonhos azuis!

O Cidadão abt disse...

Olá, Tramagalense das Escócias!

São os gloriosos malucos das máquinas infernais nas suas melhores performances, atingindo as plenitudes de uma condução agressiva!

Naturalmente que o seguro da viatura agressora cobrirá a reposição integral do arco!

Se não houver seguro em dia, porque quem comete uma atrocidade daquelas revela de antemão algumas irregularidades comportamentais, chegar-se-á à frente o Fundo de Garantia automóvel!

A reposição demorar tanto tempo como a da cratera da Avenida do Paiol é pouco provável pois aquilo está mais do que evidente e há a obrigatoriedade de celeridade das companhias seguradoras em indemnizarem civilmente os lesados dos seus clientes.

Se o arco tem a ver com António Botto?!

Ora bolas!!!

Cá está uma pergunta difícil!

Foi uma cena que cá o Cidadão nunca averiguou!

Olhe!
O resto da resposta já foi antecipada para a Ametista!

Tenha lá paciência!

Boas postagens por esses lados, são os votos deste Cidadão e mande sempre lindos bitáites!

setimocandidato disse...

Bolas, se não fosse aquele obstáculo, desgraçado do outro que viesse a subir na outra faixa.
Agora podem ali colocar uns fardos de palha e fazer daquela estrada até às Barreiras do Tejo uma pista de obstáculos.
Sempre nos tráz à memória o famoso autocross... e vamos esquecendo a incompetência.

O Cidadão abt disse...

Boas, ó Sétimocandidato!

Acha que iam desperdiçar ali uns quantos fardos de palha, fazendo ela falta noutros lados?

!?!?!?!?!?!?!?!

Na feira de São Martinho na Golegã, por exemplo!

Uma pista de obstáculos para nos "quebrar" a monotonia!

Sim, mais abaixo, na Av. do Paiol temos a cratera!

Ainda não anda nem desanda, mas há que lhe acender uma velinha!

Tudo enquadrado nos parâmetros normais!

Obrigado pelo seu comment's!

Joaquim disse...

Vandalismo nem só é a pratica de actos que destruam o património alheio mas também a prática da condução de veículos pondo em causa a segurança de pessoas e bens. Nesta situação, pese ter sido um acidente de viação, não deixa de se considerar um acto de vandalismo. Há tipos que tb na estrada são autênticos delinquentes ao volante!

O Cidadão abt disse...

Mister Joaquim.

Conclui-se que o vandalismo é praticado em todo o lado; na estrada, na Web, no café, na urbanidade dos relacionamentos em sociedade, etc.

Associado aos comportamentos humanos, o vandalismo é transversal às diferentes vertentes sociais, não se restringindo ao estereotipo dos jovens delinquentes que extravasam danos durante as noites más conselheiras.

Foi uma observação plausível e... bastante oportuna!