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Este militante anti-cinzentista adverte que o blogue poderá conter textos ou imagens socialmente chocantes, pelo que a sua execução incomodará algumas mentalidades mais conservadoras ou sensíveis, não pretendendo pactuar com o padronizado, correndo o risco de se tornar de difícil assimilação e aceitação para alguns leitores! Se isso ocorrer, então estará a alcançar os seus objectivos, agitando consciências acomodadas, automatizadas, adormecidas... ou anestesiadas por fórmulas e conceitos preconcebidos. Embora parte dos seus artigos possam "condimenta-se" com alguma "gíria", não confundirá "liberdade com libertinagem de expressão" no principio de que "a nossa liberdade termina onde começa a dos outros".(K.Marx). Apresentará o conteúdo dos seus posts de modo satírico, irónico, sarcástico e por vezes corrosivo, ou profundo e reflexivo, pausadamente, daí o insistente uso de reticências, para que no termo das suas análises, os ciberleitores olhem o mundo de uma maneira um pouco diferente... e tendam a "deixá-lo um bocadinho melhor do que o encontraram" (B.Powell).Na coluna à esquerda, o ciberleitor encontrará uma lista de blogues a consultar, abrangendo distintas correntes político-partidárias ou sociais, o que não significará a conotação ou a "rotulagem" do Cidadão com alguma delas... mas somente o enriquecimento com a sua abertura e análise às diferenciadas ideias e opiniões, porquanto os mesmos abordam temas pertinentes, actuais e válidos para todos nós, dando especial atenção aos "nossos" blogues autóctones. Uma acutilância daqui, uma ironia dali e uma dica do além... Ligue o som e passe por bons e espirituosos momentos...

terça-feira, 2 de junho de 2009

A GALENA



A GALENA

Num destes dias cá o rapaz seguia o seu pedestral caminho de galena espetada no aurículo, quando lhe soou o Paulo Gonzo debaixo d’água, borbulhando uma maçadora e insistente cantilena!


Alguém lhe deve ter dito que lá no fundo, bem no fundo era um tipo porreiro…


Mas isso são outras paradas…

Suspenso o sustenido, vai o falante de despejar paroles, que a EDP protege as colónias de morcegos, as populações de lontras e até de sobreiros, vejam bem!

E para onde foi que fugiu a mente perversa cá do Cidadão?




Para as Arreciadas…






Vejam só!




Porque será que o rapaz tem estes achaques de escrever em letras vermelhas e gordas?

Questionarão vosselêncas…

Porque a certa altura leu num manual do blogger que escrevendo a vermelho seria uma agressão visual para quem o lesse, sendo as garrafais, uma chamada de atenção para algo que não passasse desapercebido.


Depois, os idealistas que escreveram o dito cujo manual também aconselhavam evitar este tipo de achaques pois iriam sobrecarregar a abertura do blogue, consumindo maior quantidade de tráfego…

Ora bem, como o Cidadão quer agradar ao administrador destas cibertretas e para que não lhe apaguem o “coiso” devido ás cachopas em trajos menores que linka de quando em vez… e qualquer dia algum delicado ciberleitor poderá assinalar cá a chafarica dando raia…





truz!

Vai colaborando para um maior consumo de tráfego no seu servidor da Net ou lá como se chama esse tipo… resultando numa facturação um caxixinho mais elevada!

Eh! Eh! Eh!

Sacanagem!

Ah! Onde é que ia?!

Nas Arreciadas…


…Vá Cidadão… comporta-te, senão ficas com a caixa de visitas a zeros…

Prontos, é que nessa aldeola de risco ao meio, freguesia de São Miguel do Rio Torto, concelho de Abrantes, distrito de Santarém, de Portugal desta extremidade da Comunidade Europeia onde nos idos anos setenta tinha o restaurante campo de tiro e os parodiantes de Lisboa puxando pelo cardápio… raios!

Emerge novamente o subconsciente…

Passam por lá uns cabos de alta tensão que zumbem como abelhinhas!

as REN!


Radiações Eléctricas Nacionais…

As linhas eléctricas fazem um ruído que se revela mais em tempos húmidos, de nevoeiros ou chuvosos, através da ionização do ar da vizinhança, o chamado “efeito coroa”.


Sob precipitação copiosa, estava cá o rapaz a abrigar-se num daqueles chapéus de chuva de treze varas para cotas, com o ponteiro metálico dirigido para as cablagens que lhe passavam por cima dos cabelos quando, acidentalmente aproximou o polegar ao trinco, junto ao punho curvo… foi fixe! Era noite, quando dali nasceu uma faisquita azul, qual vela de motorizada!

Fez…

zzzziit…


zzzziiiit…

zzzziiiiiit!

Inté umas cóceguinhas!

Neste ponto da situação, cogitou cá o Cidadão…

“Debaixo de radiações electromagnéticas, como estas populações se sentirão tão electrizantes!”

Expostas ao risco de leucemia e cancro cerebral… nada de mais,,, tudo o que não seja H1N1, H5N1, ou a Encefalopatia Espongiforme não tem peso na matéria… ainda se prejudicasse o sonar de uma população de morcegos ou perturbasse o acasalamento harmonioso das colónias de lontras…


Comme si, comme ça.

Problema mesmo, é que nem prejudica os sobreiros!

Galerias ripíclas… ná!

Aves rupícolas… Népias!

Depois, temos a coisa que se segue:

“Qualidade de serviço da RNT

A REN Rede Eléctrica tem por objectivo a manutenção e a melhoria da qualidade do serviço que presta através de um planeamento adequado da construção de novas infra-estruturas, de um investimento na renovação das linhas e subestações mais antigas e de políticas e estratégias de manutenção adequadas. A utilização eficiente de recursos técnicos e humanos na operação e manutenção da RNT, permite também o alcance de objectivos como a segurança da RNT e a garantia do abastecimento contínuo.

A Qualidade de Serviço prestada pela REN no fornecimento de energia eléctrica sãos consumidores situou-se em 2008 num patamar elevado, com o conjunto de indicadores gerais de continuidade de serviço a posicionarem-se em níveis semelhantes aos das melhores empresas congéneres europeias.”

Se quiserem saber mais… procurem, catano!!!

Para quê… alarmismos?


Mas ca ganda filme!


Questionará o ciberleitor, sobre o que será a galena…

A galena é uma das espécies de sulfeto de chumbo com princípios radioactivos…

Radioactivos porque em tempos de antanho sob os auspícios da velha cavernosa, todo o cidadão que possuísse um isqueiro, necessitaria de licença de uso e porte… e se fosse detentor de um aparelho de rádio, ser-lhe ia atribuído um número de série e teria que pagar a respectiva taxa de radiodifusão… quer-se dizer… se tivesse três aparelhos, pagaria três taxas!

Ainda bem que são cenas do passado… hoje em dia estas práticas abusivas seriam impensáveis!

Daí até ao pessoal pegar num enrolamento de fio de cobre com quinze metros, atar-lhe um pedaço deste minério e ligar-lhe uns cristais de chumbo para não ser sugado pelos serviços estatais… ia um truz!

Aí vão os ingredientes…

Uma base de madeira com 25cm X 25cm, um tubo de papelão tipo carrinho de linhas, com 7,5 cm de diâmetro X 8 cm de comprimento… outro tubo de papelão com 5,5cm X 3cm, um cristal de galena, um capacitor de.002 Microfarads… um fone de ouvido de alta impedância com o mínimo de 1 kohms… um eixo de sintonia, bornes para conexões, soquetes de válvula, solda, um fio de cobre de 15 metros com 24 a 32 AWG e parafusos diversos.

Para quem tiver dúvidas, segue-se o grande esquema!


Prontos! Por hoje chega.



sexta-feira, 29 de maio de 2009

PORTUGAL E O MUNDO


PORTUGAL E O MUNDO



Eram cinco e vinte e um minutos da madrugada do dia 29 de Maio do ano da graça de 2009, quando cá o Cidadão em seu leito, se apercebeu de uns “barulhinhos esquisitos” oriundos da área onde repousa o portátil… logo supôs serem ratazanas, porque a Ambientabrantes meteu uns tubos novos pelas ruas adiante e, depois de voltar a calcetar os passeios, sempre deixou um espaço oco onde proliferam auto-estradas de ratazanas que envergonham as do calhau! (Leia-se Mafra). Há tempos até ouve uma que de tão fortalhaça, ficou entalada na nesga de acesso á portagem… coitada!

Ora bem… cá o rapaz pegou na vassoura e aproximou-se sorrateiro daquele ruído pequenino que de quando em vez se fazia anunciar… qual foi o espanto, ao constatar que esse ruído vinha do interior do portátil… não era o ratito “Belkin”, porque esse está amestrado e passa quase todo o tempo subjugado pela mão direita cá do rapaz… abriu a cena no Explorer e espanto!


O RATO MICKEY!


E tinha lá escrita assim esta cena marada:


“Caro cidadão um novo blog precisa de ser anunciado que está no ar, nada melhor para isso do que aqui através do seu famoso blog que desde já lhe agradeço a sua publicação.·
Aqui abaixo vai o endereço (…)”.



Portanto, façam o favor de o linkar, visitar e decerto, serão um bocadinho mais felizes!

domingo, 24 de maio de 2009

FORAM CARDOS



FORAM CARDOS !






foram prosas…


quarta-feira, 13 de maio de 2009

BARBAR.IDADES



BARBARIDADES
Tudo começou há bué, bué de tempo, uma carrada de séculos antes de Cristo… pela idade do ferro. Estas terras eram habitadas por tribos que viviam da agricultura, da criação de gado, e da pastorícia. Em simultâneo estes povos tinham características guerreiras para se protegerem das investidas uns dos outros. Os Iberos.
Como a norte do continente as terras eram frias, chuvosas e fracaxixas para a ingrícola, certo dia, vieram os Celtas que resolveram concentrar-se nestas terras onde estamos agora! Era um povo trabalhador mais organizado e temente a Deus, que tinha o poder paternal como pilar da funcionalidade.
Os primeiros mais a Sudoeste, e os segundos mais a Nordeste desta Jangada de Pedra, como os invasores eram uns caras legais, criaram laços de amizade e, mesclando-se com as Iberas, deram á luz uns rebentos denominados Celtiberos
Corriam cerca de milanos anos a.C. mas não “AC/DC”, porquanto esses tipos, embora dos meandros do metálico Pop-Rock puro e duro, nos são contemporâneos!
De entre as tribos que habitavam esta península, destacaram-se os aguerridos Lusitanos, entranhados nos Montes Hermínios… uns cabeças duras!
Entrementes, pelos mediterrrânicos mares… do Oriente aprochegaram-se os Fenícios, sem primeiro terem visitado as cachopas de Cartago, no Norte de África, resultando numa mestiçagem do caraças, tudo ainda antes de Cristo, vejam só! Dessas paragens trouxeram umas cachopas de metro e meio que viviam em grutas… mas oportunamente iremos a elas…
Estes malucos eram dedicados ao intercâmbio de produtos e apreciadores de arte por vocação e não pro vocação… indo assentar arrais no litoral sul da Ibérica Península sendo, naturalmente, pescadores!
Depois, vieram os Gregos, também aderentes á causa do mercantilismo… que se embeiçaram ao povo desta santa terrinha… ou seja, alambazaram-se aos tais Celtiberos, já mais Iberos que Celtas!
Como em Roma se é romano e por essas bandas havia porrada de criar bicho, uns magotes de marmanjos africanos, os tais Fenícios do
Cartago, hipertransportados em cascas de noz, vieram reforçar as fileiras da raça a Sul da Jangada, e junto á Mourama, desancando no pessoal grego dos Algarves, mas não se adiantaram porque pelos vistos, os Celtiberos e os Lusitanos em especial, seriam um osso duro de roer!
Depois de apalparem o pulso ao pessoal residente, os sacanas dos Cartagineses, liderados por Aníbal dos Elefantes, encheram o peito e zás, toca de alargar território, vindo por aí acima, onde se confrontaram seriamente com os Celtiberos no campo de Sagunto, numa renhida batalha!
Decorria o ano de 219 a.C! Já nesta altura eram ajudados pelos tais Trogloditas, uns Egípcios que tinham pouco mais do que metro e meio e se reclamavam das montanhas do norte de África … de ideias fixas, viviam em cavernas, apreciando hectolitros de bebida fermentada, (leia-se cerveja) … aprofilhavam uma ou mais causas de modo irracional, tomavam atitudes ameaçadoras perante aqueles que discordassem das suas opiniões, exprimiam-se em vozeirada apropriando-se do bem alheio sem passarem parte ás tropas, cativando a fêmea de moca em punho, etc, etc.
Conhecem por aí uns tipos assim?
Mas pronto… eram eles a enfiarem-se pela Ibéria acima, ali na zona Castelhana, e os Romanos, península abaixo!
Eclodiu o choque titânico com as Guerras Púnicas!
O ciberleitor já ouviu falar?
“E quando não podes com eles junta-te a eles”, os Lusitanos e companhia, apercebendo-se que vinha outra trovoada pela Europa abaixo, emprestaram forças aos Cartagineses e foram ao encalço das legiões Romanas, aliviando a pressão ao Astérix, o tal da irredutível Aldeia Gaulesa
Também já ouviu falar?
Tumba!
Deu-se a coisa feia na batalha de Canas, onde os Romanos levaram porrada até dizer chega! Nesses tempos remotos o rio Ebro seria a fronteira natural destas cenas maradas…
Mas “foi Sol de pouca dura” porque Aníbal baixou a guarda, tão entretido andou, embeiçando por “novas” e belas amizades… se bem quando Cneio Cipião, o Romano arraçado de Africano, , reconstituiu forças e contra-atacou com uma primeira batalha no campo de Zama.  
Daí em diante os trogloditas dos Cartagineses vêésse Fenícios foram arrepiando caminho até aos mares Mediterrânicos… todos não, muitos iam ficando pelo caminho!
Se bem quando nos Montes Hermínios, entra no filme o tal Viriato, que junto com umas centenas de homens mulheres e crianças em armas (leia-se em calhaus), valiam mais que todos os elefantes brancos juntos, pois encosta abaixo, corriam os Romanos á calhoada! Eram eles por aqui e os tais da aldeia Gaulesa!
Descendente romano em repouso…
Ah, pois… houve um general Romano que simpatizou com a causa Lusa e se juntou ao Viriato… era Quinto Sertório, que deu a Sertã á luz!
Por último, uns traidores marrecos puseram fim à vontade do Viriato fumar.
 
Prontos, não haja dúvida que estes loucos Romanos eram autênticos patos bravos dedicados á construção civil e á obra pública! Menos democráticos que os Gregos, também lá chegavam… Apelidaram de Tubucci, estas lindas terras que pisamos…
Ora bem, pairava lá pelas Ásias do Norte um povo de ôlho em bico, que não podia estar quieto c’os pés, e devido ao frio de rachar, resolveu expandir-se pela Europa abaixo, aí pelo ano trezentos depois de Cristo! Eram os Hunos!
Claro está, que os anfitriões não gostaram muito da brincadeira sentindo-se empurrados para a Península Ibérica.
Estes rapazes que se auto intitulavam de Alanos do Cáucaso, Suevos da Germânia e Vândalos de uma mesclagem Germânica e Escandinava, (Ai… As escandinavas!) alcançaram estas terras mimosas, quentinhas e aconchegaditas no ano de 406 d.C!
Ofélias há uns tempitos atrás…
Já os Visigodos, também Germânicos, chegando mais tarde, tiveram de se confrontar com os primeiros invasores!
Rotas dos invasores
Isto tornou-se uma rebaldaria de tal ordem que nem os Romanos tinham mão na coisa, que levou o Imperador Romano para as causas do Ocidente, Honório (não o dos FH5), a entregar a batata quente á irmã Galla Placidia que por seu turno já se tinha entregue de mão beijada a Ataulfo, um rei Visigodo!
Aquela depravada!
Alguma vez se viu uma coisa assim??
Entretanto os Visigodos deram um pontapé no traseiro dos Vândalos que desopilaram para o Norte de África e designaram esta humilde e altaneira terra por Aurantes!
Está neste preciso momento o ciberleitor a questionar-se:
“-porque raio estará o Cidadão a contar esta história toda?” … Prontos! Cá o Cidadão não lhe prega mais desta seca… e se o amigo quiser saber qual o ponto em que, e se, realmente o Dom Afonso Henriques e mais uns comparsas deram porrada na Mãe lá pelas terras de São Mamede, faça um esforço e vá ler a História de Portugal… che faz favor!
A força desta descrição deve-se à impressão de que ainda restam vestígios presenciais dos Vândalos por estas paragens… em termos de construção… não, mas em termos de destruição, talvez sim!
São vestígios idênticos aos do período pós Romano… provávelmente o tal impacto das migrações Bárbaras na Península Ibérica… apesar destes Vândalos muchachos terem dado o nome á Andaluzia, começando por ser Vandalusia e, posteriormente, graças á Moirama, passar a designar-se Al-Andalus, e depois se terem pirado para o Norte de África onde abancaram na tal Cartago que tinha sido do Aníbal dos Elefantes, e só depois, com a mourama á perna é que esta terra se passou a designar de Líbia.
Isto já vai longo e o raça da história ainda mal começou… a ideia é mesmo dissertar sobre os Vândalos e Bárbaros afins!
Se bem repararmos, actualmente existe um ser essencialmente noctívago que se poderá designar por Viralata.
È um ser que pratica a segunda mais antiga profissão do mundo, o viralatar, por ser descendente da primeira.
A mão-de-obra empregue em horas extra, que serão mais ordinárias do que extra, é remunerada irrisoriamente, quiçá gratuita, enquanto que, se convidado durante o dia para reparar os danos causados pela noite, logo retorquirá que o preço proposto é muito baixo, logo valoriza o escasso trabalho diurno em detrimento do extra nocturno, sustentando-se com os abonos do hierário público que por sua vez se alimenta dos impostos da população activa
Poderemos dissecar várias tribos específicas de Viralatas
Começando pelos da própria designação, indivíduos da idade do ferro,
… Torcem a sinalética
…e o ferro forjado,
…partem semáforos,
…arrombam portões de jardins públicos,
…derrubam postes…
…e danificam placards publicitários à sua passagem…
Temos os Biquêradaço, que se entretêm a pontapear caixotes do lixo,
…partindo faróis rasteiros da iluminação pública,


… Rebentando portas de protecção dos equipamentos…
… Escaqueirando vasos de flores…
…e as frágeis ameias dos castelos…
…Ou destruindo os bancos dos jardins…
…E descascando as árvores que lhes dão a sombra…
Segue-se a tribo dos Meiastintas que, para além de utilizar latas invertidas de aerossóis como força de expressão, ainda na idade da pedra, se entretêm a rabiscar …
…pinturas rupestres pelas paredes adiante…
…Mais esta…
…Ou esta…
…Ainda esta…
…Ou por exemplo…assim…
…Desta maneira…
…por exemplo, esta porcaria…
Ou esta colorida obra d’arte…
Assim… qual crise…  
Para latas de tinta ainda há…
Não se confunda com o Grafitti, uma arte contemporânea, quando executado por gente competente, nos locais adequados!
Há a tribo dos Vegetarianorecolectores, geralmente com um perfil distante dos anteriores, predominantemente do sexo feminino e idade avançada para terem juizinho… que se entretêm a colher os pés das flores e outras plantas decorativas embelezadoras dos públicos jardins e mesmo, dos canteiros da vizinhança…
Dentro destas idades temos os Voyegeurs, tribos que se entretêm a poisar de arbusto em arbusto, num incessante estudo dos métodos reprodutores e respectivas preliminares de apaixonados casais que se aquecem pelos cantinhos dos jardins… num contributo para a densidade populacional em escrupuloso cumprimento ás directivas do nosso Mayor!
Também temos os Fitipaldis, que se deslocam pela noite dentro em veículos esganados de chunguice, descrevendo acrobacias em terreno solto, provocando ruído infernal com as respectivas nuvens de terra que conspurcam os haveres dos pacatos cidadãos que tentam dormir noites sossegadas para se arribarem na madrugada seguinte afim de despejarem 60% do seu suor nos cofres públicos que reverterão parcialmente para os depósitos de gasolina dos primeiros.
Um circulo vicioso, uma pescadinha com o rabo na boca!
LOL !
Portanto estas seitas têm os lombos folgados por não poderem trabalhar devido á rigorosa legislação laboral, por serem portadores de deficiências menos visíveis a olho nú, recebendo a reforma ou abono prematuros, cujos impostos nos são escamoteados pelo Estado Português, afim de colmatar tanta necessidade.
A outros não se lhes pode ir à mala pois sendo menores de idade, consideram-se espécimen protegida por branda legislação.
Esse mobiliário urbano é parte da equação dos nossos descontos, posteriormente destruído pelos tais que não distinguem regras de civismo, nem tão pouco, o valor do nosso trabalho.
Afigura-se-nos um exemplo em como a hora extraordinária destes Visigodos nos sai bastante mais em conta do que a hora normal de trabalho de cada cidadão contribuinte activo.
Ainda no que concerne a estas paletes de Vândalos vindos do norte da Europa numa época pós Romana, aí nos primórdios do século VIII, precisamente a partir de 711… em leves, ligeiras e arábicas montadas…
...a exemplo dos Cartagineses que já vinham arraçados destes, surgiram dos Mediterrânicos mares, uns engenheiros vestidos de branco… os Árabes… e com eles, resquícios da tal tribo mui famosa dos confins de Bahr el-Ahmar, ãh?!
Também vocês não sabem nada… Hayam Haadóm em hebraico… ainda não?
Mar Vermelho... prontos!
Qual tribo?!
A dos Trogloditas… poças!
Estes artistas, comandados pelo general Tarik, tomaram conta da península e dos Visigodos em três tempos… sim três tempos pois não houve tempo para os invadidos e seu Rodrigo Rei, se escaparem! Enquanto os invasores se apresentavam em leves farpelas, conferindo-lhe grande mobilidade e agilidade no terreno, os nossos Visigodos apresentaram-se completamente enlatados em pesados elmos, cavalgando bestas pesadas e pachorrentas… Mesmo assim, estes Visigodos ficaram com um pedacito de território a norte da península, onde resistiram ao invasor, comandados por um Pelágio cristão, entrincheirados nas montanhas das Astúrias a partir de 718!
Por outro lado, a partir de 840, o norte da Península Ibérica era invadido pelos Vikings que se faziam aos mares em seus Drakars, mas nunca chegaram a atingir o latino rectângulo! Quer-se dizer… em 960 ainda colonizaram a Póvoa do Varzim, razão pela qual as mulheraças dessa região são predominantemente louras e de olhos azuis… tentaram entrar em Lisboa mas a moirama não o permitiu.
Vickie o viking
miúdas aguardando o regresso dos Viking
Estes ainda se riem com tanta barbaridade por aqui descrita ??
?????
“-Mas ca ganda seEca…meus! Este Cidadão abt é um meeelga que não se pooOde … “

??? Prontos, por hoje, chega !!!
iiirra!!!